Por: Rita Ramos Cordeiro

Um vídeo da Tânia circula pela internet onde ela sem ter a quem recorrer no meio da rua em alto, e bom som implora ajuda pela agressividade cometida insistentemente pelo ex marido.

Sentindo-se desamparada e amedrontada Tânia mostra a medida protetiva que o ex marido não respeita,  e continua perseguindo Tania com sua agressividade e violência.

Segundo o vídeo, alguns dias depois deste seu desabafo, Tânia foi assassinada estrangulada pelo marido.

O que fazer quando o machismo e a violência mata? No lugar de Tânia poderia ser eu ou você.

Como combater a violência num mundo em que as mulheres são violentadas, desrespeitadas, e viram chacota e gozação publicamente, também por parte de quem deveria protegê-las? Quando as próprias mulheres ajudam a depreciar e escarnecer de sua própria classe em prol de idealismo?

Enquanto não houver respeito às mulheres e combate ao machismo muitas Tanias morrerão.

Segundo o Data Folha, em 2018 dezesseis milhões de mulheres sofreram alguma violência, e quinhentas mulheres foram agredidas a cada hora.

Machismo não é apenas um homem que se impõe às mulheres desvalorizando-as. Machismo também é doença e precisa de tratamento psicológico. O machismo coloca a mulher em perigo!

Não se pode aceitar esta situação! Impor respeito exigindo às autoridades que façam algo é uma questão de se valorizar, se amar e desejar se manter viva.

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