Por: Rita Ramos Cordeiro

Por maior que seja o desespero e o medo do futuro as decisões difíceis devem ser ponderadas sempre tendo como critério e foco o bem maior da coletividade. Os fins não justificam os meios, jamais, quando acreditamos que a violência vai acabar com a violência.

Quando apoiamos grupos e pessoas que não respeitam o ser humano?

Quando aceitamos que a exclusão, e o preconceito de alguns justifique o bem-estar da maioria, e quando aplaudimos estas atitudes, estamos compactuando com elas.

Quando acreditamos que a truculência deve imperar em nome da paz estamos buscando a desarmonia e a desunião, pois o mal se vence apenas com o bem.

Quando fazemos escolhas erradas sabendo que elas são erradas, mas acalmamos nossa consciência acreditando não haver outra solução estamos compactuando com o mal. Estamos justificando decisões erradas quando sabemos que há outro caminho.

Sempre há outra solução, sempre há outro caminho sem precisarmos escolher o caminho do mal.

Quando fazemos escolhas erradas sabendo que estão erradas dia virá que o resultado de nossas escolhas errôneas se voltará contra nós?

No momento do desespero lembremos que temos sempre  uma escolha!

E quando tiver dúvida sobre qual caminho seguir, e não ver nenhum exemplo que possa seguir, volta seu olhar para 2.000 anos atrás e se pergunta o que Jesus teria feito se estivesse por aqui hoje.

Cristaliza a presença Dele em todas as situações difíceis que vive, e busca inspiração apenas em Seu exemplo.

Fazendo isso estará buscando um caminho onde haverá sempre o respeito, o amor ao próximo, o acolhimento, a compreensão, a igualdade e a paz...

Somos únicos, todos temos em nós tesouros inimagináveis que são nossos valores morais e espirituais, e um grande poder de superação que consegue vencer todas as ervas daninhas do medo, e do desespero sem precisar combater o mal com o mal.

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