Existem muitos tipos guerras: física e brutal, verbal, moral, psicológica, intelectual, emocional.

A força utilizada é aquela com a intenção destrutiva de prejudicar e causar o mal.

Não há como mensurar qual a mais destrutiva pois depende do estrago que ela causa no ser humano, que pode ser tanto físico, moral, quanto espiritual e depende da forma de cada um vivenciá-las e senti-las.

O mal pode estar aparente como obscuro e pode causar grande destruição em quem é atingido.

 

Numa guerra deste tipo pode-se ter aliados para combate-la, como pode se lutar solitariamente.

As guerras íntimas são vividas com a terrível impressão de abandono quando não se busca ajuda para vencê-la.

As guerras físicas, as que causam mais aparente destruição são efetivas pela desunião e divisão de um povo, onde muitos se perdem em oportunismos e muitas vezes autoritarismo.

A guerras verbais são aquelas que perdemos antes de iniciar.

A pior guerra é aquela que aflige e atinge primeiramente a alma, tirando a mínima frágil força existente.

A pior guerra é aquela que divide, afasta e separa os filhos de Deus, pois sozinhos nada somos.

A pior guerra é aquela em que não se tem guerreiros para lutar por um mesmo ideal.

A pior guerra é daqueles que fingem se amar, quando cada um vive por si.

E por fim, a pior guerra é aquela em que o desejo de lutar enfraqueceu a alma a ponto de fazer as pessoas desistirem de se amar e se entender, deixando que o desprezo e o egoísmo direcione os caminhos...

E como em toda guerra, as destruições são gigantescas e incalculáveis, mas no final, graças ao Bom Pai, também nos dá a oportunidade de reconstrução e recomeços, fortalecendo cada vez mais aqueles que sucumbiram por ela...

 

Cadastre-se em nosso informativo

CAPTCHA