Por ser espírita não sou adepta de previsões, horóscopos, numerologia, entre outros, pois acredito no livre arbítrio e na mudança interior de cada um. Mas é interessante citar aqui neste texto o que diziam vários estudiosos sobre o ano de 2017.

Os mais variados especialistas das mais diversas áreas diziam que o ano de 2016 fora um ano de encerramentos de ciclos e estaria trazendo para 2017 um novo ano de mudanças e início de novos ciclos.

Que 2017 seria um ano inovador, com muitas responsabilidades, obstáculos e desafios. Traria um ciclo de amadurecimento, cortes e responsabilidades, principalmente em questões coletivas.

E as impressionantes palavras das linhas abaixo:
"Situações que vêm para desestruturar, para colocar abaixo toda e qualquer situação que não serve mais. E todo tipo de estrutura será afetada: social, de trabalho, familiar e até a forma de lidar com o dinheiro. Se derrubará toda a estrutura velha para criar novas bases."

O fato é que os encerramentos de ciclos, mudanças, acabar com o velho para se criar o novo, fechar e abrir portas, deveria ser o objetivo a ser alcançado pelo ser humano a cada novo ano!

Não como resoluções de início de ano, pois não creio em resoluções rápidas.

Eu acredito em mudanças gradativas, conquistadas, dia após dia, ano após ano.

A retrospectiva de 2017 para mim não foi baseada em apenas um ano. É uma sequência de 51 anos de aprendizados, tombos, escorregões, novas caminhadas.

A cada novo ano surge sim um referencial que será somado ao ano anterior e acrescentado ao próximo ano.

O referencial do ano para mim, é que 2017 foi um ano de descobertas. De novas visões. De enxergar o que estava no escuro. De tirar a viseira dos olhos e ver um novo e maravilhoso mundo que estava na minha frente e que eu ainda não conhecia.

Como será 2018 para mim? Explorar este novo mundo, apreciar toda beleza que somente mesmo o Pai da Vida pode nos proporcionar; e seguir em frente, plantando e colhendo, procurando iluminar a medida do meu alcance, este mundo que teima em ficar na escuridão.

Quer ir nesta viagem comigo?

Por: Rita Ramos Cordeiro 

Cadastre-se em nosso informativo

CAPTCHA