Em vários momentos de nossa existência nos deparamos com perguntas que muitas vezes não conseguimos responder do tipo: De onde vim? Para onde vou?O que estou fazendo aqui? E o que preciso realizar?

A grande maioria dos seres humanos volta para o plano espiritual sem descobrir as respostas para estas perguntas.

Muitos passam pela vida sem conseguir preencher o vazio, solidão e tristeza que lhe tomam o coração, e sem saber de onde vem este sentimento prosseguem em sua vida, até o momento de retornarem ao seu lar de origem.

Outros conseguem ter uma vaga ideia dos compromissos que assumiram antes de reencarnar e procuram colocar em prática.

A vida não tem uma cartilha ou um manual que nos dá as respostas para todas as perguntas. Somos nós mesmos os responsáveis a decifrá-las!

Enquanto ainda estamos no plano espiritual assumimos compromissos, felizes e fortes, acreditando ser capazes de colocá-los em prática.

Ao chegarmos ao novo lar chamado Terra, no corpo de carne, nos esquecemos dos compromissos assumidos e muitas vezes fraquejamos nos embates que a vida nos apresenta e isso nos fragiliza e enfraquece a alma.

Esquecemos que jamais estamos desamparados e da mesma forma que assumimos novos compromissos antes de reencarnar, irmãos queridos, do lado de lá também assumiram a tarefa de nos tutelar e nos acompanhar, procurando nos dar sustentação e forças para colocarmos em prática nossa tarefa.

Mesmo sem termos respondidas as perguntas que nos angustiam a alma, a consciência se liberta, nos cobra, lembra e nos chama para nosso compromisso.

Cabe a nós escutar a voz de nossa consciência e agarrar a oportunidade que a Providência Divina nos coloca no caminho ou não.

Compromisso este que ninguém é obrigado a realizar. Os amigos espirituais compreendem quando declinamos da tarefa por não nos achar preparados ainda para tal e aguardam que estejamos prontos.

Cada um tem seu momento e seu tempo e não será cobrado por isso pela Providência Divina, que nos ama e compreende incondicionalmente.

É a consciência que nos cobrará um dia e não há carrasco mais temível que ela....

 

Por: Rita Ramos Cordeiro 

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