Por: Rita Ramos Cordeiro 

Não existem fórmulas para o amor e cada um compreende e o sente de forma diferente, quando adolescentes acreditávamos que o primeiro amor era eterno.

Quando finalmente descobrimos que não, era o sofrimento que parecia eterno.

Conforme nos tornamos adultos e nos apaixonamos acreditávamos que o amor era único.

Assim, a vida nos ensina novamente que temos um enorme coração que pode amar várias pessoas e das mais variadas formas.

E como o tempo não pára e é um grande professor nos ensinou também que o amor é universal e não escolhe este ou aquele para amar, apenas ama, sem fórmulas, sem dogmas, sem preconceitos.

Difícil é ensinar a amar. O amor não se aprende em livros e também não se aprende a amar com exemplos ou de histórias de amor, apesar de ser contagiante.

O amor nasce com o tempo e com o cultivo do querer, da perseverança, do desejo de amar, da necessidade de mudança. É quando a semente do amor começa a germinar no coração de quem não mais deseja o vazio como companhia.

Difícil é achar um amor incondicional, difícil é amar verdadeiramente sem o desejo de ser amado.

Difícil é não se decepcionar por amor, não sofrer pela perda e não se magoar.

No estágio atual em que vivemos é quase impossível amar sem desprendimento, apesar de muitas almas já conseguirem isso.

E o fato do amor incondicional ser para poucos, não significa que não sabemos amar, significa apenas que existem muitas formas de amor.

Mas de tudo isso apenas uma única verdade se sabe sobre o amor.

O amor não é vingativo, não maltrata, não odeia, não machuca e não destrói. Ele perdoa sempre, do contrário não é amor. O amor e perdão não são coniventes com o erro e não exigem convivência, mas perseveram sempre na compreensão, compaixão, fraternidade, sabedoria e principalmente paz de espírito para os que amam.

E assim se descobre que não precisa de muito para ser feliz, basta amar!

 

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