São extremamente tristes as notícias que estão sendo veiculadas pela mídia e redes sociais nos últimos dias.

Como sempre, nos entristecemos e nos chocamos com o que acontece pelo nosso Brasil e pelo mundo.

Nos revoltamos e culpamos os responsáveis pela situação calamitosa.

É realmente muito triste e se pudermos fazer algo para ajudar, seria extremamente importante!

Mas a maioria de nós infelizmente não poderá ajudar por estar muito, muito distante, mas poderá vibrar e orar pelas vítimas!

Mas a verdade é que daqui há alguns dias e algumas semanas a vida vai voltar ao normal e nossa revolta e tristeza ficarão no esquecimento e bem lá no fundinho de nosso coração, para voltar novamente com todo ímpeto, quando nova tragédia voltar a acontecer.


E é isso meus amigos que não podemos deixar acontecer!! Deixar cair no esquecimento nossa tristeza e nossa revolta.

Precisamos sim deixar transbordar toda nossa revolta e tristeza, mas na forma do Amor.
E como se faz isso, muitos podem se perguntar...

Se não podemos nos momentos de grande aflição e dor, aliviar a angústia de quem está muito distante de nós, podemos aliviar a angústia e dor de quem está ao nosso redor e bem pertinho!!

O Natal está chegando e com certeza já pensamos onde vamos passar nossa ceia de Natal ou onde vamos passar nosso final de ano.

Mas será que já pensamos se tem alguma família próximo a nós que está passando por necessidade e precisa de uma cesta básica, um medicamento ou um par de sapatos que seja?

Já visitamos nossos asilos?

Já visitamos as Instituições de nossas cidades procurando saber que tipo de dificuldade enfrentam ou se necessitam de ajuda para aplacar a fome ou aflição do próximo?

São atitudes que normalmente se tomam no Natal, mas que deveriam ser tomadas durante todo o ano.

É realmente muito triste e doloroso ver tanta tragédia ao nosso redor e nada podermos fazer...

Como é mais triste ainda, querer achar um culpado para todas as tragédias que acontecem, quando nós mesmos nada fazemos para aplacar as necessidades de nosso próximo mais próximo...

Por: Rita Ramos Cordeiro

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