Uma palavra de amor

Durante toda a vida criamos rótulos.

Rótulos do que é certo e errado, do que podemos e não podemos fazer.

Temos também o hábito da maledicência, rotulando e julgando as pessoas pelas nossas opiniões próprias ou divulgando opiniões alheias sem a devida verificação dos fatos.

Criamos e improvisamos palavras contra nosso semelhante que se alastram rapidamente como fogo.

Condenamos as escolhas de outras pessoas, baseado em nossa própria opinião.

Nos chocamos com atitudes e escolhas tomadas por outras pessoas, alegando não serem dignas.

Com toda facilidade do mundo, temos sempre uma palavra pronta para dar em qualquer situação contra a atitude tomada por outra pessoa.

E quando colhemos o que plantamos, ainda achamos injusto o que nos acontece.

Este é o grande mal do ser humano, tomar atitudes ou pronunciar palavras antes de pensar.

O ideal antes de qualquer situação seria: sentir, pensar e agir.

A única maneira de agir sempre com justiça e amor, é usar a própria consciência, tendo sempre em mente a frase "Não fazer aos outros o que não gostaríamos que fizessem conosco".

Diante de conversas maldosas e infrutíferas, o silêncio é a melhor alternativa.

Não entrar no clima negativo de nossos irmãos de jornada, previne que ondas de negativismo se espalhem ao nosso redor e também evita a proximidade de irmãozinhos desencarnados que se comprazem com o mal.

Cuidemos de procurar nos melhorar espiritualmente, procurando vencer todas as más tendências que carregamos por séculos.

Nos afastemos e nos libertemos de tudo o que faz mal ao nosso espírito, procurando a cada dia nos tornar pessoas de bem.

Procuremos através do Evangelho de Jesus, atrair sentimentos e pensamentos e palavras que apenas vão nos fortalecer, tornando assim, nossa vida leve e distantes de energias negativas.

Tenhamos sim, palavras de amor, consolo, fé, perseverança, força para transmitirmos aos nossos irmãos nos momentos que eles precisam.

Usemos sempre o respeito, a atenção, gentileza e caridade para com nosso irmão, somente assim teremos nossa vida plena de paz e alegria.


Por: Rita Ramos Cordeiro

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