Por: Rita Ramos Cordeiro 

A maioria de nós constantemente se pergunta qual é a missão na Terra, ou então qual a razão de sua existência.

A Doutrina Espírita nos ensina que através da reencarnação temos a oportunidade de corrigir erros de outras vidas, procurando a cada encarnação nos tornar pessoas melhores, burilando assim, as más tendências e imperfeições que carregamos por séculos.

É certo que temos toda a Eternidade para evoluir e esta benção nos concedeu o Pai da Vida por nos amar incondicionalmente.
Porém, à Terra, como uma grande escola, nós damos também a oportunidade de evoluir constantemente, subindo dia após dia cada degrau de nossa existência, deixando para nós a escolha de estacionar ou de seguir rumo a evolução.

O livre arbítrio é uma abençoada ferramenta concedida pelo Pai Maior, e através dela nos mostrou explicitamente que confia em nós para seguir em busca da perfeição.

Na maioria das vezes usamos erroneamente nosso livre arbítrio, e como um bom Pai, nos deu a liberdade de corrigir ou não os erros cometidos.

Mas, apesar de amoroso, o Pai da Vida nos deu também a responsabilidade para assumir as consequências de nossos erros e através da Lei da Causa e Efeito nos ensinou que ao fazermos mau uso de nosso livre arbítrio, também teremos que arcar com as consequências de nossos atos.

Já dizia Chico Xavier: "Plante amor, paz e a vida lhe trará colheita de paz e amor" e assim sempre será.
Todas as atitudes e ações que cometemos erroneamente, o Universo um dia devolverá a nós para a devida reparação.

Isso não é, pois, uma injustiça, ou a falta de amor do Pai, ao contrário, é por nos amar tanto que nos deixa livres para escolher nosso caminho.

Porém, por ser soberanamente justo, a Divindade Suprema, como todo bom Pai que ama seus filhos, deixa também que aprendamos através da dor e do sofrimento se esse for o caminho escolhido por nós.

No meio do caminho muitas vezes o mau uso desta liberdade nos faz perder a direção que devemos seguir, nos sentimos desamparados, incompreendidos e começamos a nos questionar o motivo de nossa existência e passamos a nos interrogar constantemente.

Eis aí o momento de nos voltarmos ao Pai, pela oração e pela confiança que devemos ter por Ele.

Não importa qual religião estejamos ligados, o Evangelho de Jesus é o mesmo para todos os filhos de Deus e é a bússola que nos direciona para o caminho do Bem.

Seguindo o Evangelho de Jesus que nos ensina que a grande máxima a seguir é "Amar ao próximo como a si mesmo", estaremos consequentemente seguindo o caminho traçado pelo Pai para nós.

É simples assim! Muitas e muitas perguntas serão respondidas se seguirmos esta máxima de Jesus, tornando assim as religiões apenas um complemento na grande obra Divina.

Se não houver uma grande mudança interior em nós, se não aprendermos a amar nossos semelhantes como a nós mesmos, respeitando-os, tratando-os com gentileza, atenção, amor, não haverá religião que nos salve.

Você ainda quer saber a que veio e qual sua missão na Terra? Comece então analisando estas frases de Jesus: "Amar ao próximo como a si mesmo" e" Não fazer ao próximo o que não gostaríamos que fizessem por nós".

Este sim, é o caminho que levará ao Pai e responderá todas as incógnitas da vida.

 

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