Por: Rita Ramos Cordeiro

Não raro, reclamamos da vida, da falta de amor entre as pessoas.

Do preconceito, da maledicência, violência no mundo.

Do materialismo, da falta de humildade, falta de caridade e solidariedade.

Da maldade que são capazes os corações humanos.

Mas deixamos de nos questionar a nós mesmos qual nossa postura diante da vida.

Quais são nossas atitudes diante do mundo?

Qual o tratamento que damos ao nosso semelhante?

Qual nossa reação ao ouvir uma maledicência contra nosso irmão de jornada?

Ao vermos determinada situação que desaprovamos deixamos de julgar nosso próximo?

Questionamos demasiadamente os erros alheios. E diante de nossos erros, o que fazemos?

Pedimos desculpas, admitindo que falhamos?

É fácil demais atirar a primeira pedra diante de qualquer situação.

Mas será que olhamos para dentro de nós mesmos, em busca de nossas imperfeições?

Criticamos outras religiões, mas temos uma religião para nos tornar melhor a cada dia?

Não perdoamos as ofensas, mas desejamos ser perdoados pelas mágoas que infringirmos aos que amamos e aos que não amamos também.

Como desejamos que nosso mundo se torne melhor a cada dia se não tornamos nosso mundo melhor com nossas atitudes e nossos exemplos?

Como ser feliz se nem nos importamos se as pessoas ao nosso redor são felizes?

É tempo de analisarmos primeiramente nossas atitudes e comportamento diante do mundo, para somente depois analisar o mundo ao nosso redor.

É o momento de tirarmos a viseira de nossos olhos para enxergar que mundo criamos com nossas próprias imperfeições e más tendências.

Mudando primeiro a nós mesmos, consequentemente mudaremos o mundo.

 

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