Por: Rita Ramos Cordeiro

Ser jornalista nos dias atuais não é muito bem visto e aceito por muitas pessoas já que alguns jornalistas não sabem a diferença entre ética e respeito, mas isso não é questão de profissão, e sim da índole de quem ostenta o cargo.

Existe a mídia competente e verdadeira da mesma forma que existe a mídia mentirosa que divulga fake news, e a mídia sensacionalista que são aquelas que apelam para as notícias trágicas e violentas para atrair o público que apreciam este tipo de notícia.

Nos últimos anos  foram criados sites de boas notícias para divulgar somente notícias boas que provam que não acontecem apenas notícias ruins no mundo.

As boas notícias pouco interessam às grandes mídias porque não dão ibope e nem lucros.

O fato é que as mídias sensacionalistas existem apenas porque as pessoas assistem e fazem o Ibope crescer.

Condenar a má mídia rotulando todos os jornalistas, é estar cego diante da realidade de que somos nós, os telespectadores que as alimentam.

Quando deixarmos de ver apenas as notícias trágicas e mentirosas, vamos compreender a bela arte de ser jornalista que tem o abençoado dom de falar e escrever para milhares de pessoas.

As pessoas ruins, mercenárias e materialistas estão em todos os setores do mundo. Cabe a nós separar o joio do trigo aprendendo a distinguir o que é nocivo, deixando assim de sustentá-la.

Reclamar do jornalismo, e compartilhar fake news não nos faz diferentes dos maus profissionais da mídia.

Mudemos nossa vibração e sintonia, e aprenderemos a não confundir profissão com pessoas mal intencionadas.

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