Viver é tomar partido




Por: Rita Ramos Cordeiro

Li esta frase de Antonio Gramsci e comecei a refletir sobre ela e na minha concepção seu significado é muito amplo, mas eu definiria principalmente por: "sair da zona de conforto".

É maravilhoso viver confortavelmente instalado na zona de conforto, dentro do próprio lar, mais um dia a consciência nos cobra insistentemente de algo que não sabemos o que é e esta cobrança vem de diversas formas:

Através de uma crise existencial, de um stress, de uma falta de motivação de vida, de uma falta de tomar partido por algo maior, pela desesperança e medo do que vai acontecer no futuro, entre outras coisas.

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Ainda precisamos de exemplos e inspirações



Por: Rita Ramos Cordeiro

Nos dias atuais, ter um seguidor nas redes sociais e na vida é inevitável e qualquer ser humano pode ter um.

A escolha de deixar de tê-los só será uma decisão pessoal e individual de cada um se deixar de utilizar redes sociais ou sendo uma pessoa anônima.

Do contrário, o ser humano sempre terá seguidores. Alguns mais, outros menos.

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Quando a vida chama




Por: Rita Ramos Cordeiro

Vivemos momentos difíceis, quando somos chamados a sair de nossa zona de conforto para enfrentar o que a vida nos apresenta.

Num mundo onde a modernidade e tecnologia chega para o conforto material, a violência, a corrupção, o egoísmo, o ódio, ainda impera no coração da humanidade.

A fragilidade da alma nestes momentos, nos torna reféns de nossos próprios pensamentos e sentimentos, fazendo com que a dor, o medo, a angústia, o desespero diante de situações que não conseguimos mudar tome o coração criando no psiquismo as doenças da mente e da alma.

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Por que Deus afasta as pessoas de nosso convívio?




Por: Rita Ramos Cordeiro

É sempre mais fácil delegar a Deus a responsabilidade dos afastamentos afetivos quando temos o livre arbítrio para escolher ficar ou partir, salvo as exceções de partidas definitivas como a morte.

Em qualquer outro caso a escolha é sempre do ser humano, senão nossa, mas do outro.

Por mais que se diga que não houve opção, sempre há uma opção.

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