No momento da dor

Por: Rita Ramos Cordeiro

Há momentos em na vida que passamos por grandes dificuldades e provações.

Muitas vezes, nos momentos em que mais necessitamos, as pessoas que amamos se afastam de nossa vida deixando um vazio que não conseguimos preencher.

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Escolhendo o sofrimento como opção

Por: Rita Ramos Cordeiro

Dizem os mais sábios que o sofrimento é opcional.

Para nós, simples seres humanos, descobrir esta verdade leva tempo.

Geralmente para chegar ao ponto de entender esta frase, já nos magoamos e nos decepcionamos com as pessoas.

Ouvimos falar quase o tempo todo, que não devemos colocar ninguém num pedestal. Uma verdade que só descobrimos na prática, e com os tropeços da vida, pois, geralmente aprendemos com a própria vivência e sofrimento.

Quando descobrimentos que o sofrimento é opcional, já estamos preparados a fazer nossas próprias escolhas.

Já teremos condições de escolher os verdadeiros amigos que farão parte de nossa vida, prontos para lutar por nossos direitos, e de nossos semelhantes com sensatez e justiça.

Poderemos seguir, olhando não apenas por nós mesmos, mas também por nosso irmão de jornada.

Descobrimos um Deus, que até então vivia distante de nós, e que hoje renasce em nossos corações.

Descobrimos o valor da oração, que antes não fazia parte de nossos corações.

Poucos são os que podem dizer que o sofrimento é opcional sem nunca ter sofrido.

Se você faz parte deste grupo, agradeça ao Pai da Vida por isso, e retribua tamanha benção, amparando aqueles que ainda precisam aprender na prática, que o sofrimento é opcional.

 

Sempre há tempo

Por: Rita Ramos Cordeiro 

Sempre há tempo para amar, perdoar e se reconciliar...

Escutamos que devemos amar enquanto há tempo, enquanto Deus nos permite continuar neste abençoado lar que chamamos Terra.

Esta é uma grande verdade, pois muitas vezes ao nos fecharmos em nós mesmos, ao nos reprimirmos, podemos deixar situações mal compreendidas, mal resolvidas e até mesmo a falsa impressão de não sabermos amar.

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Jogo do contente

Por: Rita Ramos Cordeiro

Quem já ouviu falar na história de Polyanna?

Polyanna era uma criança muito pobre, cujo pai, um missionário, tinha um salário que era tão baixo que mal podia obter o essencial para viver.

Em meios a tantas tribulações, Polyanna criou o "Jogo do Contente", onde procurava achar qualquer motivo para se alegrar e agradecer a Deus, não importa o quão difícil estivesse sua vida.

Uma história fantasiosa ou uma grande utopia?

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É simples assim

Por: Rita Ramos Cordeiro 

"É simples assim!". Quantas vezes escutamos esta frase de alguém ao se referir que complicamos demais a vida, sendo ela "simples assim".

Até que ponto esta frase é verdadeira?

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