Por: Rita Ramos Cordeiro

Janeiro foi o mês da Hanseníase, uma doença que antigamente tinha o nome de lepra.

Uma curiosidade que poucos conhecem é que na idade média um portador de lepra era excluído e abandonado pela própria família e comunidade.

Por não saberem como surgia a doença consideram como castigo divino.

Eram largados em leprosários, que eram lugares fechados, onde eles não podiam sair e nem se misturar com restante do povo que era saudável.

Porém, o medo de uma contágio muitas vezes fazia o povo se rebelar e incendiar estes leprosários.

Os doentes tinham que sair da cidade e eram abandonados a própria sorte. Eram obrigados a usar roupas especiais para se diferenciar da comunidade e andar com sinos para comunicar sua presença.

Para estes doentes era um grande fardo a carregar porque tinham que viver isolados e afastados do convívio social.

Muitos grupos formavam acampamentos que acabaram sendo chamados Vale dos leprosos.

Para voltarem ao convívio familiar tinham que ser considerados curados e ter a aprovação de um sacerdote como símbolo do perdão de Deus.

Passados tantos séculos a ciência evoluiu, a Hanseníase tem tratamento e cura, como várias outras doenças que naquela época não tinha, mas será que as pessoas mudaram ou continuam egoístas, virando as costas umas para as outras?

Sobre mim

Eu, Rita Ramos Cordeiro, Escritora, articuladora, redatora, diretora de divulgação e marketing.

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